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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Novo Mundo - Rumo ao Brasil

clique aqui
Querido leitor ou leitora,

Está no local certo! Onde pode saber tudo sobre os meus livros. E sim, aqui também os pode encomendar, espreitar, comprar.

Devo confessar que a interactividade já existente entre o universo dos meus leitores e os meus livros, me fascina. O tempo das novas tecnologias permite um acesso directo ao autor e com o autor impensável no tempo de Fernando Pessoa! Mas para mim, continuam a ser as pessoas o que mais conta. A palavra sentida de um leitor meu, a sua opinião é muito importante, amiúde faz-me repensar no que escrevo, como escrevo. Agradeço assim todo o carinho que me dispensam que sabem ser retribuído que o sinto em meu coração. Bem vindos queridos leitores e amigos!


Há muito tempo que é meu desejo ser publicada no Brasil. Falamos a mesma língua, os temas que abordo nos meus livros vão de encontro ao  interesse do público brasileiro, então, porque não...?
preço especial na compra dos dois livros



Encomendar livros para o Brasil?
Sim é possível!! 
ou contacte-me: 
nos chama inbox na conta FB
ou então enviar email para anamartins.com@gmail.com



«Evo é um amor eterno a duas-quatro mãos»

Evo (ou amar para sempre)
Publicado em 2011
Preço 11 €
R$ 50 (preço já com portes para o Brasil)

Sendo Evo cronologicamente o primeiro livro de Ana Martins, contam os amigos que decidiu guardá-lo, evitando publicar até um improvável dia mais tarde na vida. Décadas depois resolve, sem mexer no texto inicial, dar-lhe uma roupagem de contemporaneidade ao juntar um inusitado narrador que abraça e respeita o que a menina escreveu, mas nos revela com mestria a mulher que hoje escreve.
Honrando os amigos que sempre lhe disseram para o publicar, além de finalmente aceitar o pedido (e de lhes dedicar o livro), desafia-os: Uma frase sobre o Evo. As respostas foram todas céleres e emotivas – partilhadas agora com todos os leitores.
Evo, o primeiro-quarto livro de Ana Martins, sai da velha caixa de 30x40 pela editora funQI.books


«O melhor livro de Ana Martins»


 Mal Me Quero
 Publicado em 2010
 Preço 15 €
 R$ 65 (preço já com portes para o Brasil)

Violência doméstica não é só quando o clube perde e o Manel bate na Maria! Cada conto deste livro é pura ficção, se alguma personagem, evento ou circunstância lhe parecer familiar, não é pura coincidência, é apenas porque as histórias aqui contadas – contos curtos, incisivos e perturbadores – realmente acontecem. Ao nosso lado, debaixo do nosso nariz, onde menos esperamos, da forma mais perniciosa e inesperada.
Para além do mal querer de qualquer vítima, há e haverá sempre, a perene certeza que existe o momento de dizer: BASTA!



«O best-seller de Ana Martins»

 Autista, quem...? Eu?
 Publicado em 2006
 Preço 11 € 
 (temporariamente esgotado)

Autismo, esse fantasma que assombra e ao mesmo tempo ilumina as vidas que vai tocando. Viver com o autismo é uma fonte constante de sobressalto e criatividade que a Autora retrata através da descrição do narrador.
E se um primeiro emprego, temporário, lhe modificasse a vida? Quando Xavier Duarte, 22 anos, aceita ser baby-sitter de uma criança autista jamais imaginava que iria entrar num mundo completamente diferente. Desconhecedor das acções, reacções, motivações e obsessões que movem uma criança autista, Xavier vê-se confrontado com emoções contraditórias. De um modo inteligente, a autora, Ana Martins, faz-nos entrar na pele desta personagem levando-nos a sentir, à medida que viramos cada página deste livro, um mundo enigmático, poético e, sobretudo, desconcertante.

«Se a Ana Martins tivesse escrito 30 contos, ganhava o livro todo!»

 Contos de Verão 
 Publicado em 2004
 (Indisponível)

Colectânea de contos publicado no âmbito de um concurso da Editora Coolbooks. Os melhores 30 autores seriam publicados. Eu ganhei com dois contos sendo assim o livro publicado com 29 autores.

Promessas de Verão
Miguel e o Sol

Este livro já não se encontra disponível uma vez que a editora foi comprada e o stock existente infelizmente foi para pasta de papel. Aparentemente pratica comum que me desagrada profundamente. Poderiam ter sido oferecidos a bibliotecas escolares!
Contudo nem tudo fica perdido, decidi colocar os dois contos disponíveis para leitura neste site --> clique aqui <--



sábado, 4 de fevereiro de 2012

Anita y Ele

Agora Ele. Depois de Sexta-feira sobre a personagem "Anita", hoje Sábado vamos falar dele. A personagem sem nome, porque assim o decidi.
Love - Art of Noise
E na realidade parece-me fácil entender o porquê: se na parte do livro 'biografizável' existe alguém que à autora não apeteceu dar-lhe cara, nome e o põe a morar num improvável nenhures, é porque não pretende revelar a identidade da pessoa! Simples. Por isso, no livro, ele é sempre "Ele".
E se na personagem "Anita" eu enquanto autora tive de lidar com meus próprios limites, imaginem como encurtei as balizas para com alguém que não pretendi nunca 'biografizar' ou expôr. Antes brinquei com o esconder a verdadeira identidade. Até na personagem que apareceu no Facebook 'pedi emprestado' um olhar matreiro apenas porque consegui uma foto em que os olhos têm as duas cores necessárias à personagem. . . e ainda assim usei sempre a foto editada para nunca revelar a identidade.
Já para a gravação da voz da personagem quis um timbre quente porém forte, cativante no sonido de um sotaque que me encanta. Obrigada Joe Santos por dares a tua voz à personagem "Ele".

.
ouvir aqui a personagem "Ele" na interpretação de Joe Santos

Segredo meu este, escrito a tinta permanente que subsiste arreigado, cravado debaixo da pele. É de sempre, é como o sinto. Quem o sabe, sempre o soube, acompanha-me na sombra adivinhada do meu silêncio. Eu assim o escolhi – não falar, não pensar, julguei que com o tempo, muito tempo, pararia de o sentir. Pero no. No silêncio cresceu puro e apropriou-se do voo alado da minha imaginação e vive, reinventa-se no campo solitário do meu agir interior.

Esta penosa sensação que me acompanha de ter sempre escolhido um outro caminho das melhores opções para a minha vida, advém de, naquela primeira grande encruzilhada, ter ido embora de Portugal quando deveria ter avançado sem medo ou hesitações no sentido de quem eu queria, quero: Ana. Três simples letras e encerram o meu segredo. Rendido, ajoelho-me sem acção junto da arca e desta vez sinto força para, ao levantar a tampa, a encarar: 
Uma caixa azul de 30 por 40 em que confinei cartas, músicas, gestos, cheiros e emoções, calculei que era o que bastava. Pouso o cigarro no cinzeiro e, ao destapá-la, vem agarrada a vida que queria ter vivido. Segredo há muito adormecido, este meu, deixo escorregar o meu corpo encostado à parede, sentando-me, cruzo as pernas com vagar, pois tenho a caixa aberta no colo, vou tocando em cada momento guardado, acaricio contornos de memórias não esquecidas, acordo e recordo emoções, distanciado e esquecido do cigarro que lentamente se consome.
Segredo este meu, escondido há tanto, mas nunca olvidado. Se a buscasse agora ela… aún se acordaria de mi? Tomo o atado de envelopes na mão e encontro a letra bonita de Anita meio difusa. Aproximo-as do meu rosto, encosto ao nariz e inspiro. Se antes emanavam um perfume acitrinado, agora só me cheiram a papel envelhecido.
Parecerá uma história de amor desenganado no tempo e na vontade igual a tantas outras, mas não. Porque és la mia, un dulce amor, como canta Serrat na canção “Aquellas pequeñas cosas”,

«Uno se cree que las mató el tiempo y la ausencia.
Pero su tren vendió boleto de ida y vuelta.»

Volto a tentar focar-me na letra manuscrita tão minha conhecida. Pestanejo e afasto naturalmente o braço tentando ganhar campo de visão. Por Dios!, penso, é também nestas pequenas coisas que sinto como os anos passaram, começo a já não ver nada sem os óculos de perto! Levanto o olhar e não alcanço onde deixei os óculos. 
Mergulho de novo na caixa. Por baixo das cartas e das cassetes com música, encontro fotos nossas, livros amarelecidos e procuro o manuscrito impresso em folhas A4. O primeiro livro que Anita escreveu – Evo – e nunca quis publicar, guardando-o para um dia mais tarde na sua vida. Mas quando o mais tarde não se torna demais? Porque a vida pode acabar-se num segundo sem ter tempo de preparar quem nos rodeia, sem ter tempo de sequer argumentar, Ah!! eu ainda quero mais um bocadinho para fazer tudo e tanto!
Não disse o que queria nem fiz o que preciso, urge ainda fazê-lo enquanto tenho tempo. Ainda terei tempo? Será o meu bilhete de ida e volta? Pensar que um dia o relógio vai parar deu-me uma premência de querer o tudo antes de a cortina descer, antes do tanto que persisto em alcançar – o todo que eu sei perdido algures no sempre. Quiero volver a leer. Quiero volver a…
Desassombradamente decido que este fim-de-semana vou embrenhar-me no livro! Deixo a caixa aberta no chão e num pulo levanto-me, pouso o manuscrito sobre a manta, e ainda antes de me esticar no sofá, agasalhado com a manta a tapar as pernas para começar a ler,
 espalho algumas das nossas fotos que sei de cor na mesa e vou em busca de uma garrafa de água e dos óculos, por Dios!, mis gafas!, ...mis gafas, nunca me acuerdo donde las he dejado!!!! É que já não consigo ler sem eles…!


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Anita

O meu livro «EVO» está a chegar à segunda edição, e pensei colocar aqui as duas personagens, uma de cada vez. E é com grande emoção que faço estes dois post.
Art Of Noise - Moments In Love
Começo pela Anita. Apesar de ser uma personagem 'biografizada', hoje sou uma mulher diferente e principalmente sinto diferente da menina tímida que reconheço nesta foto com 20 anos. Fecho os olhos e no meu imaginário de autora não deixo de a sentir equidistante do meu eu, mas suspensa na voz de timbre meigo, quase de menina, da Sophia Vieira que lhe deu vida numa doce interpretação de um texto gravado para o lançamento do livro, tal como não me liberto das imagens tranquilas das fotos da Bárbara Carvalhal captadas na praia da Nazaré (a que escolhi para capa do livro Evo e outras que publico aqui hoje), que acabo por indubitavelmente as associar à ideia por mim arquitectada da personagem "Anita". E como num blog podemos ir mais além da palavra escrita de um livro, deixo-vos com um dos textos de "Anita", rodeado de sons e imagens que eu escolho para voar liberta de tudo, num todo que por fim se encontra em evo.








ouvir aqui a personagem "Anita" interpretação de Sophia Vieira


Ser Feliz.
Desde sempre é o meu desejo, quando fecho os olhos depois de soprar as velas do bolo de aniversário.
Ser Feliz.
Ao passar a meia-noite de final do ano, o momento tolo em que, por um breve segundo, achamos que tudo vai ser perfeito.
Ser Feliz.
Acredito que a Felicidade é constituída apenas por breves momentos.
Se a ambição mais secreta de todas as pessoas é serem verdadeiramente felizes, então cabe a cada um de nós sabermos reconhecer cada uma das oportunidades que nos é dada, aproveitá-la e apreciar intensa e demoradamente.


Podem ser momentos simples, como ver o sol espelhado no mar, sentindo o aroma intenso da maresia a impregnar-nos a alma, com o som das ondas a rebentar nas rochas, e sentados na falésia soprar bolinhas de sabão que o vento leva até à praia.
Passar num jardim com o sistema de rega avariado, não resistir à criança que há em nós, descalçar as sandálias, saltaricar de braços abertos pisando a relva molhada, e ser suavemente aspergida enquanto, por um breve segundo, se avista, por entre a bruma produzida pelo gotejar compassado, a inextinguível sedução do arco-íris...
Pode ser um luxuriante espectáculo de fogo-de-artifício numa quente noite de Verão.
Numa manhã fria de Inverno entre o duche e a correria para sair de casa a horas, ao pendurar, como todos os dias das nossas vidas, a toalha húmida no lavatório, damo-nos conta que os passarinhos estão a cantar e sorrimos com a ideia da Primavera estar prestes a chegar... também de alguém que passa todos os dias por baixo da janela e que assobia tão bem – pena que seja um hábito em desuso, é tão agradável!
O cheirinho a terra molhada durante uma súbita primeira chuvada; pisar as folhas estaladiças caídas no Outono; um soalho acabadinho de encerar; o odor forte da gasolina... claro, esta é a minha visão, a memória dos meus sentidos, as minhas mais queridas recordações.
Sei que muito boa gente odeia o cheiro a gasolina, ou quem em criança teve penosamente de encerar a casa de família de joelhos, não suportará sequer a ideia de um soalho de madeira sem verniz, tal como eu odeio gatos... mas essas são outras histórias.
Estes breves instantes são porventura os mais ternurentos do nosso dia, mas vivemos tão intensamente nesta azáfama desenfreada que nem os apreciamos devidamente. Desaprendemos simplesmente a reservar tempo, o precioso tempo do nosso corrido dia, para um sorriso da alma. Quem não suspirou já por um dia ter tão-somente 24 horas?


Deve ser por eu ainda acreditar no Pai Natal que consigo parar e acompanhar o voo de um bando de andorinhas que, quando volteiam no céu e apanham o Sol no ângulo certo, irradiam um tom prateado no seu voar, parecendo num ápice que se irão transformar em fadas madrinhas.


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Evo na 2ª edição


Está já a chegar a 2ª edição do meu livro «Evo». 

Fico muito grata a todos que aguardam a sua chegada, de novo, ao mercado.
E porque o «Evo» é um romance que conta uma história de Amor eterno, quero-vos contar que o meu editor está a preparar uma surpresa para o mês de Fevereiro, já conotado em termos de calendário com o Amor, via S. Valentim (a minha opinião sobre calendarizar o Amor com uma data predeterminada é pública...), de toda a forma, agrada-me e sorrio à ideia de ver montras todo o mês de Fevereiro não só com o «Evo», mas dedicadas aos livros Ana Martins. Nas livrarias aderentes estarão todos os meus livros não só em exposição, mas com preço especial.
Aproveito para lançar o desafio a meus leitores que, caso estejam perante essas montras, me enviem uma fotografia que posteriormente as publicarei aqui. 
Eu? Continuo muito grata por me lerem!


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Ao fechar esta porta (abro logo outra página)

Queridos leitores, 
não faria sentido continuar a escrever esta personagem de que falo no post anterior. 
agora o meu caminho é escrever outras personagens de outros livros. Até porque o «EVO» já vai na 2ª edição, cada livro e suas personagens levantam-se de mim e caminham sozinhas!
Contudo, posso revelar que a minha próxima personagem será a MADALENA. 
É verdade! Estou de volta a escrever a continuação do "Autista, quem...? Eu?"
Gosto que me continuem a ler!
Muito Obrigada,

"O fio da vida" - Rodrigo Leao feat.Thiago Pethit



Yo nunca miento. 
soy uno. 
personaje de mí mismo. 
hasta pronto, hasta la vista, hasta luego, hasta otro día... Hasta Evo!







sábado, 21 de janeiro de 2012

Pablo

Há um momento para tudo e neste dia
 21 de Janeiro 
quero dar esta explicação.
E pode ler-me ao som desta versão fabulosa de Ana Carolina e Seu Jorge "É isso aí" ou do original de Damien Rice "The Blower's Daughter"
O EVO estava escrito e guardado há muitos anos, já o disse e volto a repetir, foi o meu primeiro livro e eu não tinha vontade de o publicar. Depois de todo este tempo passado não poderia pôr-lhe a mão e escrever uma linha que fosse, hoje não escrevo (nem sinto) da mesma forma e considerei que estragaria o que estava escrito - toda a candura que transmiti na personagem Anita - agora seria uma narradora tão, tão diferente . . .

Daí à ideia de pegar na outra personagem do livro - o ELE - e com isso, como que . . . abraçar o Evo com um outro narrador, num outro olhar mais maduro e poder alargar, quiçá completar e complementar a história já escrita. Foi tão rápido que quando dei por isso tinha-o feito. «ELE» chega-nos num fim-de-semana de chuva e acompanha-nos nesta viagem pelo tempo sem tempo.
EVO ficou no meu sentir um livro completo e por fim . . . acabado. De uma forma graciosamente pragmática, Miguel, o meu editor, chama-lhe: «o primeiro-quarto livro de Ana Martins».

Quem já o leu, sabe que no enredo deste romance há uma conta de Facebook que tem um determinado intento. Tal como esta personagem masculina (que desenhei ruivo com olhos claros, sim, um de cada cor), se levantou de mim e caminhou sem pernas nem asas, mais além que a ponta dos meus dedos, num daqueles momentos a que chamo de ímpeto de impulsividade perfeitamente lúcido, também essa conta FB que seria apenas no papel saltou para a realidade possível na vida virtual. Criei a conta da personagem masculina, ruivo e de olhos claros - sendo a imagem sempre só de um olho - no livro a personagem tem um olhar especial, um de cada cor e quis brincar com esse facto, fazendo disso um mistério apetecível e até, chamar a atenção, para um detalhe que tem uma grande importância no livro. Brincando, fui-me acercando do intento dele de chegar à sua Anita. Mas a brincadeira saiu da minha mão e perdi o pé. Como boa personagem, voou-me. «ELE» tornou-se na melhor campanha de marketing para o livro EVO que o meu editor pudesse sequer ter imaginado. Voou tanto que só agora, depois de lerem o livro, entendem o que estou aqui a explicar sem deixar comprometida a leitura de quem ainda não o fez: Esta personagem de ficção que passou do livro ao FB ganhou o seu espaço e encantou quem o rodeou. Verdade que o desenhei assim - verdadeiramente cativante e sempre com a firme ideia de fazer dele uma personagem credível, apesar de apaixonante.

Mas foi mais além e tudo quanto disse, pensou ou fez . . . foi a continuação do livro, onde acabou o livro, depois de ter lido o leitor entenderá que o que acompanhou no FB seria um cenário provável e plausível de um futuro das personagens que era entretanto já tempo presente . . .  e como EVO não se mede em tempo de relógio, porque não, para mim autora brincar com um tempo sem tempo?



Devo confessar que para mim, Ana, foi complicado assimilar e até aceitar pôr-me numa situação quasi-esquizóide, mas, para a escritora foi uma deliciosa aventura escrever a personagem alive!!, em directo a interagir com o seu público! O tempo de reacção de resposta tinha de ser imediato e persisti a responder em espanhol, e essa aventura. . .  Ahhhh, foi inesquecível! Muito obrigada a todos que me são naturalmente mais chegados e sabiam ser personagem, que se prontificaram e me ajudaram inicialmente elaborando diálogos com «ELE»

No dia do lançamento do Evo revelei aos presentes o que agora vos conto, como criei a personagem e como durante a sua passagem pelo Facebook e no seu Blog «ELE» soube ser realmente real e como eu nunca menti. «ELE» sempre foi, sempre o disse, "uma personagem de mim mesma"

«soy uno. personaje de mí mismo.»

Hoje, e porque o Blog EVO começou no meu aniversário, com a personagem metendo-se comigo, hoje, sendo o real dia de cumpleaños dele - é claro, ambos a 21, tinha de ser - fecho a sua passagem efémera pelo mundo virtual do FB, deixo de actualizar o seu Blog EVO e sim, é claro, retiro a personagem enquanto meu companheiro romântico de status assumido. :o) Malta!!!, era uma personagem!! Eu? Gosto da minha privacidade. E para onde o levo, perguntarão? Ora, à personagem eu remeto-o de novo e apenas ao livro EVO, encerrado na grandeza do que sente, pensa e faz num fim-de-semana de chuva.


Já o presente de aniversário, deixo-o a meus leitores com uma última revelação que muito me foi requisitada após ter anunciado que era apenas uma personagem: «E quem é o do olho?» Ora, sendo uma personagem apenas virtual, mas que viria a ter um "relacionamento" comigo de forma romântica, decidi pedir emprestada a imagem a uma figura bastante apresentável. Convenhamos, gostei da escolha . . . ruivo, com um olho de cada cor, seria difícil, pensei, enquanto escolhia o eleito. Eis o moço.




Te quiero regalar una palabra.
En Portugués se dice igual que en Español...
Es una palabra pequeña, pero la más grande de todas...
«EVO»... en un buen diccionario encontrarás su significado...
o en mi corazón



Ahhhhh y ¡¡ feliz cumple !!


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